sexta-feira, setembro 02, 2005

Justiça

Estou em claro desacordo com o António.

De facto, a extensão da obrigatoriedade do pagamento da taxa de audiovisual às empresas é um imperativo de mera justiça.

Não fazia qualquer sentido que os cidadãos a pagassem e que as empresas não a pagassem. Era uma brutal injustiça, de pronto corrigida pelo Governo PS.

Em rigor, o António não discorda da medida, ainda que fale em penalização das empresas. Mas o sistema que defende, para além de inconstitucional, não é justo. Faz todo o sentido que exista um serviço público de televisão.

2 Comentários:

Às 02 setembro, 2005 22:58 , Blogger Tonibler disse...

É inacreditável que se justifique a estupidez de uma taxa por uma questão de justiça. Num país que sobrevive graças à fuga aos impostos, onde aos poucos se vai construíndo uma economia paralela como defesa da sociedade, há quem considere justo que o estado imponha mais taxas, que o estado sugue mais dinheiro a uma sociedade nas lonas.

Assim realmente não dá, a independência deste apís começa a ser um fardo insuportável...

Ah, não liguem a este comentário que eu sou intrinsecamente malcriado...

 
Às 03 setembro, 2005 01:10 , Blogger AA disse...

Pedro,

Tenho de remeter para as questões que coloquei comentários.

Entenda-se: não estou contra o "serviço público", é preciso que o definam. Até podemos começar a nossa conversa por aqui...

 

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